Atriz Giovanna Antonelli volta ao horário nobre e dá dicas de beleza

Confira o que a atriz faz para cuidar da saúde e da beleza

Giovanna Antonelli encarna Luiza, a protagonista de "Segundo Sol", que vai ao ar na Globo com o fim de "O Outro Lado do Paraíso", a partir do dia 14 de maio.

 A mocinha vive na ilha de Guaratiba, na Bahia, mas já na segunda fase da trama se transforma na DJ Ariella. A mudança é marcada pelo visual descolado e um corte de cabelo blunt clunt platinado.

 Fora do trabalho, a atriz conta que prefere deixar o rosto livre de maquiagem e procura cremes de hidratação. "Sempre procuro novos cremes para manter a pele hidratada, saudável e gosto de variar, testar na minha pele. E beber muita água. Não tenho ritual nem rotina de beleza. Mas uso cremes gerais, corpo e rosto, óleo de coco e ida regular ao dermatologista. Gosto de me cuidar sem excessos", contou no ensaio de Dia das Mães da Leader.

 Giovanna também é empresária, dona de uma clínica de depilação a laser, além de trabalhar com produtos variados que levam o seu nome. 


Cuidados básicos e especiais de cada mulher

Pele, corpo e hormônios são assuntos do dia a dia feminino. Saiba como ser sempre saudável e feliz

PELE SAUDÁVEL  

Ter uma pele saudável depende de cuidados básicos, com a utilização diária de protetor solar, mas também de um estilo de vida adequado. Não basta passar cremes, é preciso ingerir bastante água (2 litros por dia pelo menos) e manter uma alimentação rica em minerais e vitaminas, como explica a dermatologista Lívia Facundo, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. "Protetor solar é a principal dica, é a medida mais efetiva para evitar o fotoenvelhecimento, o surgimento de manchas e o temido câncer de pele, mas além disso uma alimentação balanceada", frisa a médica.

 A suplementação oral, inclusive, pode ser feita quando necessário, mas Lívia alerta que ainda não há estudos que comprovem a eficácia para a pele da ingestão de vitamina D e colágeno, em evidência nos últimos tempos. "Ainda estamos precisando de estudos adicionais que comprovem realmente que a vitamina D possa ter essa influência direta, em relação a problemas de pele".

 

Casos específicos: 

 Em doenças como vitiligo e psoríase, há suplementação com derivados de vitamina D, mas em forma de cremes. “Costumamos utilizar com frequência é suplementação de vitaminas e de outros minerais nos problemas como queda de cabelo, (suplementos) que têm uma quantidade pequena de vitamina D. Mas a relação direta entre suplementação de vitamina D e queda de cabelo também não é estabelecida”, acrescenta Lívia.

 Com o colágeno, não é diferente, ainda não se sabe exatamente quanto o organismo absorve com a ingestão do colágeno hidrolisado. "Essas cápsulas de colágeno ou em pó se transformam em aminoácidos e outras substâncias, mas isso não significa que vão se transformar efetivamente em colágeno", aponta a dermatologista. Para o estimulo de colágeno, no entanto, há tecnologias como laser, peelings, ácido retinóico e microagulhamento.

 

CORPO SAUDÁVEL

Fazer exercícios físicos, além de liberar endorfinas, é uma forma de tratar ovários policísticos. "Obesidade está relacionada com resistência à insulina, que está presente nos ovários policísticos. Em boa parte (das pacientes), a partir da diminuição de 10% do peso já consegue ter resultados tanto em relação a regularidade do ciclo como em padrão de ovulação", explica a ginecologista e professora da Universidade Federal do Ceará (UFC), Raquel Autran. 

 

Anticoncepcional: 

Na hora de escolher o anticoncepcional, é preciso pesar as vantagens de cada um dos métodos. As pacientes com obesidade ou fumantes têm risco aumentado de trombose, alerta Raquel Autran. Nesses caso, são indicadas pílulas só com progesterona, DIU hormonal (Mirena) ou o Inplanon (implante dérmico). 

 

 

7 motivos para ser feminista

Porque toda mulher deve levantar a bandeira das lutas e causas de seu universo

Feminismo é o movimento de luta das mulheres por direitos e, mesmo que homens e mulheres sejam iguais perante a lei, elas ainda têm muito a conquistar por causa da cultura patriarcal e machista.

 1. Mulheres ainda ganham menos que os homens
Dados do IBGE mostram que as mulheres ainda recebem cerca de 3/4 do que os homens recebem. O levantamento, divulgado em março deste ano, informa que a natureza dos postos de trabalho ocupados pelas mulheres corroboram para isso.

 2. Mais tempo dedicado aos cuidados de familiares e da casa
Com base na pesquisa nacional Pnad Contínua, divulgada este ano, o IBGE indica que elas dedicaram 73% a mais de horas a cuidados de outras pessoas ou afazeres domésticos, em 2016. Enquanto os homens dedicaram 10,5 horas, o tempo gasto nisso das mulheres chegou a 18, 1 horas semanais.

 3.  No Nordeste é pior
Se no Brasil as mulheres já dedicam mais tempo aos afazeres domésticos e cuidados de pessoas, na região Nordeste a desigualdade é maior. Nesta parte do País, o tempo gasto nisso pelas mulheres é 80% maior do que a dedicação dos homens para o mesmo. Com isso, as mulheres acabam precisando buscar jornadas de trabalho mais flexíveis.

 4. Mulheres estupradas e mortas
O Fórum Brasileiro de Segurança Pública contabilizou 49.497 casos de estupros de mulheres em 2017, o que corresponde a uma média de 135 estupros por dia naquele ano. Além disso, a média no período foi de 12 assassinatos de mulheres por dia. Os números oficiais ainda não demonstram a realidade, pois ainda é grande o número de crimes do tipo que são sequer denunciados.

 5. Cobertura de estupro vitimiza mulheres
O Instituto Patrícia Galvão – Mídia e Direitos aponta, no estudo publicado em abril último, que o estupro ainda é um assunto pouco contextualizado ou crítico. Analisando quase três mil matérias que abordaram o feminicídio e a violência sexual entre outubro de 2015 e março de 2016, constatou-se que em 97,70% não foi possível identificar a cor ou a raça da mulher que sofreu violência.

 6. Meninas virando mãe por causa de estupros
Pesquisa do Ministério da Saúde identificou que entre 2011 e 2016, mais de 4.200 crianças nasceram no País a partir de estupros de crianças e adolescentes.  Ou seja, foram 49.489 meninas de 10 a 19 anos foram vítimas deste tipo de crime. No recorte de quase 33 mil crianças de 10 a 14 anos, 43% foram abusadas por familiares ou parceiros íntimos.

 7. Mulheres são alvo na internet
De acordo com levantamento da ONG feminista Think Olga, a partir de dados da Organização das Nações Unidas, 95% dos comportamentos agressivos e difamadores na web são contra mulheres. Além disso, 70% das mulheres com acesso a internet já sofreram algum tipo de violência online.

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